segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

ACOMPANHEM MEU RACIOCÍNIO...


Seria mesmo o Cristo, redentor? Ou será que ele era só um pescador mentiroso contando pra galera o tamanho do peixe que ele pescou? Lembrando que a Baia da Guanabara há 2000 anos atrás era bem limpa. Pense nisso (ou não).

sábado, 17 de janeiro de 2009

Pequenas Empresas Grandes Negócios


Um homem de Greenfield, Califórnia, foi preso na segunda-feira acusado de combinar o casamento de sua filha de 14 anos, vendendo a adolescente por US$ 16 mil (cerca de R$ 37 mil), cem caixas de cerveja, várias caixas de carne e outros objetos.
Segundo o site da polícia de Greenfield, Marcelino de Jesus Martinez, 36 anos, vendeu a filha adolescente para se casar com Margarito de Jesus Galindo, 18 anos.
A adolescente foi morar com Galindo e, quando o pai não recebeu o pagamento, o próprio Martinez chamou a polícia de Greenfield, para que os policiais trouxessem sua filha de volta uma semana depois de ela ter ido para a casa do marido.
Segundo o jornal The Herald, do condado de Monterey, Martinez primeiro chamou a polícia alegando que sua filha tinha fugido de casa. Galindo foi detido pela polícia, por estupro presumido e Martinez foi levado sob suspeita de tráfico humano. A adolescente voltou para a família.
A página da polícia de Greenfield afirma que casamentos combinados entre os pais e os noivos são comuns em várias culturas. "Mas a Califórnia tem várias leis para menores, maioridade e tráfico humano. A lei da Califórnia também proíbe casamentos arranjados onde um ou os dois envolvidos foram coagidos", informou o site.
A polícia informou que sua força local já passou por situações nas quais crianças de 12 anos ou até mais jovens foram vendidas ou oferecidas para venda e isto já se transformou em um problema local.
De acordo com o The Herald os envolvidos neste último caso fazem parte de uma pequena comunidade rural mexicana, um grupo indígena chamado Triqui do Estado mexicano de Oaxaca.
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3446841-EI8141,00-Homem+troca+a+filha+por+dinheiro+carne+e+cerveja.html








Sobre essa notícia... Eu acho que ele esqueceu de pedir o gelo e o carvão pro churrasco. 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Jovens não peidam na tv.

Venho hoje escrever depois de ouvir um diálogo  (mais precisamente uma frase) de uma novela da Globo chamada Três Irmãs (alguém aí vê três irmãs?). Poderia ser numa novela do SBT, ou da Rede TV, tanto faz. É um diálogo simples e inofensivo. Porém, se analizado pelo prisma correto, pode nos apresentar informações curiosas. Eis a tal conversa:



SURFISTA 1 - Que garoto marrento, nem agradeceu ao Jerry por ter salvo a vida dele. 
JERRY  - Ah, nem se liga nisso que o Jerry num dá importância pra isso não...
SURFISTA 3 - É, nada a ver dar importancia a isso... Vamos tomar um suco em algum lugar.


Sim, essa é a frase problemática: "Vamos tomar um suco em algum lugar.". De cara ela pode parecer uma frase comum, num contexto comum. Mas pensando um pouquinho podemos fazer pelo menos uma pergunta: Por que diabos todo jovem de novela é atleta ou  estudante? Todo jovem de novela tem comportamentos políticamente corretos. 
Quando não tem, é um vilão e/ou é um assunto temático do programa. Exemplo: Em novela, nenhum adolescente fuma cigarro. Quando fuma, ou é o vilão, ou é um personagem que vai ter alguém próximo (ou ele mesmo) morrendo de câncer de pulmão. Se o adolescente bebe, vira alcoólatra ou perde um parente numa batida de carro.

Analizemos agora a frase novamente, acompanhada pelo contexto da cena: Três surfistas conversam sobre um quarto rapaz que não teve um comportamento educado. No fim das contas, relevam o comportamento do rapaz sobre o qual conversavam e vão tomar um suco. Não é algo incomum ou impossível de acontecer no mundo real, mas é improvável. Vejam se agora se a conversa não fica beeeem mais real:


SURFISTA 1 - Que filho da puta mal agradecido!? O Jery salvou a vida dele e ele cagou e andou.
JERRY - Ah, ele que se foda, to nem aí.
SUFISTA 3 - É, deixa esse merda pra lá. Vamos fumar aquele beck que eu apertei antes de virmos pra cá.






Deixando a questão das drogas de lado, qual dos dois diálogos entre surfistas é mais plausível? Passando agora do fantástico mundo dos alunos da tv para os nossos universitários do mundo real:

UNIVERSITÁRIO 1 - Que cara, escroto! O Jerry salvou a vida dele e ele nem falou nada.
JERRY - Deixa esse mongolóide pra lá. Quero mais é que se foda.
UNIVERSITÁRIO 2 - Podes crer. Vamos pro boteco tomar uma cerva e jogar uma sueca.





Passando agora para as camadas mais populares:


JOVEM 1 - Que maluco vacilão! O Jerry salvou a vida dele e ele nem nem agradeceu!
JERRY - Deixa ele pra lá. Ele num teve humildade no proceder, depois vai ser cobrado.
JOVEM 3 - Essa parada mesmo. Vamo pegar o moto-taxi que tá quase na hora do baile.


Qua tal? Se alguma emissora de tb se prestasse a mostrar as coisas como realmente são, eu assistiria sem problemas, e acho que mais gente ficaria de olho na tv. Seria muito melhor ver jovens no boteco fumando cigarro e bebendo cerveja confraternizando doq bebendo suco e tomando açaí na lanchonetezinha point. Seria bom também ver vilões não necessariamente se ferrando no final. Essa para mim seria a maior prova de evolução da tv. O filho da puta do vilão (que por sinal, não existe vilão que também tem lado bom, vilão é sempre muuito vilão) enrola todo mundo a novela toda e subitamente tem um ataque de mongolice e confessa tudo, caindo num plano completamente idiota que os bonzinhos fizeram. Isso quando não morre. 

Acho que escrevi tudo o que queria, vou tomar um suco em algum lugar.

Jim

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Beijinho, beijinho... Craw, craw.


Uma das coisas mais estúpidas da era digital é o puritanismo hipócrita que virou moda em todo tipo de instituição de ensino, e é aprovado por psicólogos infantis e pedagogos diversos. A falsa crença em que jogos eletrônicos violentos e RPGs vão criar jovens desajustados e sem senso de moral me fazem pensar que (com todo o respeito) os profissionais que pregam essa teoria estão com falta de Salame (com s maiúsculo) na dieta. Vejamos quais são os principais argumentos dessa corja e mostrar o motivo de serem desprezados:


1 - Role playing games (ou RPGs) são jogos que distorcem a realidade e fazem com que os jovens habitem um mundo infestado de monstros, demônios e armadilhas, poluindo assim a mente do jovem e alterando a sua percepção de certo e de errado, podendo prejudicar a sua formação físico-psicológica.

PORRA NENHUMA

Se RPG distorce a mente, conto de fadas faz o que? Gosto muito de Robin Hood, mas nunca ouvi falar de alguém que tenha assaltado o Banco do Brasil e ter jogado o dinheiro pra cima na Central. Além disso, você já conheceu algum imbecil que, por ter visto Peter Pan, tenha tomado banho com queijo-ralado (pó de pirlimpimpim genérico) e se jogado da janela? "Ah! mas no RPG você interpreta!" diriam as senhoras defensoras da moral e dos bons costumes. Eu nunca vi alguém virar sequestrador por gostar de brincar de pique-esconde.




2 - Filmes violentos ou que fazem referência a algo violento devem ter censura 18 para não estimular os jovens a adiquirir esses comportamentos violentos. Os jovens podem se espelhar nos heróis violentos e acabarem adiquirindo tais comportamentos.

P. N.

Você já ouviu seu pai e sua mãe falando que pularam de um barranco querendo ser o Super-homem ou a Mulher-Maravilha? Já ouviram falar de algum tio que deu uma facada ou um tiro em alguém imitando James Bond? Já ouviram falar de um tio que matou um amiguinho por causa de O Poderoso Chefão? Nem eu!


3 - Heavy Metal e música eletrônica são prejudiciais à formação dos jovens, e comprometem na formação de caráter do jovem por na maioria das vezes conterem letras com conteúdo chulo (xulo? shulo?) e de apologia à drogas e violência.

P. N.

Quantos gatos você tentou matar atirando projéteis de madeira por ter escutado Atirei-o-pau-no-gato? Quantos de nós viraram ditadores e posseiros de terras alheias por terem ouvido Se-essa-rua-fosse-minha? Sobre a relação palavrão-caráter eu tenho muito pouco a falar. Utilizarei uma linha de raciocínio bem simples: Quem gosta muito de futebol torce para algum time. Quem assiste jogos de futebol do time, normalmente chama o juiz de FDP (o que é um palavrão). Se quem fala palavrão é mau-caráter, ENTÃO, todo mundo que gosta de futebol é mau-caráter. Se somos o país do futebol, somos o país mais mau-caráter da terra. É, faz sentido.

P. N.

4 - Videogames e qualquer tipo de jogo violento influem na construção de caráter da pessoa, podendo ser decisivo na formação psicológica do indivíduo, devendo assim ser evitados afim de construir uma pessoa pacífica.

P.N.

Eu particularmente gosto MUITO de videogames, mesmo assim, nunca tentei pisotear tartarugas (Super Mario Bros.), destruir carros socando eles (Street Fighter) ou arrancar a cabeça de algum amigo (Mortal Kombat). Como podem proibir um jovem de se divertir em jogos que tem como armas coisas totalmente acessíveis a qualquer adolescente como um lança-granadas, uma mina terrestre, um lança-mísseis e um lança-chamas ?



e por último, mas não menos importante:



Programas infantis violentos criam jovens violentos e desinteressados em aprender, da mesma forma que desenhos que estimulam a amizade estimulam interações sociais.

PORRA NENHUMA, MESMO

5 - Enquanto eu assistia o Zeca-Urubu correr com um machado atrás do Pica-Pau, o Seu Madruga tomando várias porradas da Dona Florinda, e o Tom tentando eletrocutar o Jerry, as crianças de hoje assistem programas políticamente corretos como os Teletubbies (desenho por sinal de conteúdo pan sexual e alucinógeno), Lazy Town (desenho que incentiva a pedofilia) e Bob Esponja, onde frutos (frutas?) do mar se relacionam de maneira bem "alegre" e tem como amiga uma esquilo-fêmea (esquila?) que só falta coçar os bagos. 


Com isso, mostro a vocês que esse papo de puritanismo, sem referências a violência e a conflitos que essas pessoas estão tentando impor só serve para prejudicar a cabeça dos nossos filhos. Assistindo a desenhos violentos é que nosso jovens saberão se defender sem o uso da força, ou com uso quando necessário.  

E lembrem de comprar sempre na ACME

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O palavrão como incontestável simplificador de diálogos.


Muitos de vocês já viram aquele quadro do Nós na Fita no qual os dois atores discutem sobre expressões como "Pra caralho", "Puta que pariu", "Filho da puta", e etc. Não é isso que vou fazer. Só vou mostrar como você pode poupar segundos preciosos da sua vida se simplesmente adotar um palavrão ao invés de dar uma explicação mais elaborada e cheia de floreios. Vejamos:


Aquele decorador bicha faz uma decoração "revolucionária-abalou-bangu" para o seu casamento.

Se você gostar, pode falar: 

"Gostei muito da sua organização, das flores escolhidas, em congruência com os tecidos e a disposição geográfica das mesas do salão, dando mais conforto aos convidados. Está aprovado"

OU SIMPLESMENTE

"Foda."



Se você não gostou muito do trabalho do indivíduo alegre, pode avaliá-lo usando as seguintes palavras:

"Acho que apesar da sua tentativa e de sua vontade e empenho, acredito que você não atingiu um resultado condizente com meu estilo/gosto, de modo que precisarei fazer severos ajustes em seu trabalho."

OU PODE FALAR:

"Tá escrotão"




Outro exemplo. Você está para acertar a venda de um produto ao cliente, e este apresenta imposições e condições para que o negócio seja realizado.

Se você acha irrelevante as condições que ele propôs, normalmente falará.

"Suas condições são plenamente realizáveis e poderemos enfim chegar ao denominador comum. Dessa forma, dou nosso negócio como resolvido, bastando sua assinatura como mera formalidade."

MAS POR QUÊ NÃO SIMPLIFICAR?

"Foda-se, tá tranquilo. Assina essa porra."



Se você não concorda com as cláusulas impostas pelo cliente, de modo que o negócio se torne inviável por ser mto oneroso à sua parte, você normalmente irá dizer:

"Bom, infelizmente eu não serei capaz de concluir essa transação, tendo em vista que suas condições tornam a operação inviável devido ao desbalanceamento do custo-benefício percebido."

OU...

"Nem fudendo."




Você está na casa de sua namorada, após o jantar de apresentação dos pais, vendo televisão com toda a família, quando aparece mais uma das milhares notícias de catástrofe que acontecem todos os dias. Diante de tal infortúnio alheio, normalmente você empregará a sentença.

"Nossa, coitados... É muito sofrimento... A Globo (nunca nós, já perceberam?) devia ajudar essa gente... etc."

DEIXANDO A HIPOCRISIA DE LADO, TERÍAMOS:

"Caralho, se fuderam."







RESUMINDO:

A hipocrisia com os palavrões tornam nossos diálogos, que poderiam ser enxutos e objetivos, grandes empecilhos para a evolução humana, tendo em vista o tempo que se pode economizar usando termos de baixo calão para expressar nossas idéias sem rodeios.

ou

Hipocrisia de merda que fode com o tempo, palavrão é que é pica.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Uau, que relevante

Você eu não sei, mas eu ando de saco cheio de estar rodeado de informação-lixo. Por informação lixo não quero dizer, por exemplo, saber de cabeça todo o trote da telerj ou que o Direito é uma coisa das rurgs, puón, que expõe a rerks twuturais. Isso não é inútil, porque é engraçado. Mais importante, eu fui lá e ouvi o trote e vi o vídeo, etc. Bem ou mal, escolhi ver e depois escolhi decorar essas merdas.

Agora, me incomoda um bocado quando ouço algum retardado perdendo seu tempo falando, digamos, do divórcio da Suzana Vieira - e subitamente percebo que eu também sabia que ela estava se divorciando, e inclusive que era casada com um sujeito mais novo, e até que esse sujeito apareceu em um programa qualquer com a amante. Então penso: MERDA! Por que caralho estou gastando espaço na minha cabeça com isso!? Quando foi que eu resolvi saber disso?!?!

Resposta: em qualquer momento em que passei ao menos perto de uma banca de jornal, onde havia dúzias de revistas falando do fato, pra não falar dos ads de sítios e grandes portais. Hoje em dia tenho a impressão de que há mais revistas de fofoca do que todos os jornais, gibis e revistas de putaria juntos - e olha, tem muita revista de putaria. E gostaria de expressar uma opinião que, imagino, muita gente compartilha.

ESTOU CAGANDO PRO CASAMENTO DA SUZANA VIEIRA. Não que eu tenha alguma coisa contra ela. Também não tenho nada a favor. O casamento é dela e eu gostaria de não ter nada com isso. Se fosse comigo também adoraria que o menor número de pessoas soubesse e subitamente se sentisse cheio de autoridade moral pra julgar. Se tem gente que, por sua vez, acha muito bacana todo mundo ser forçado a saber tudo da vida deles e faz tudo pra aparecer, bom, quero mais é que eles se fodam.

Não posso arrancar todas as cópias da revista "Caras" das bancas de jornal, como gostaria (bom, não sem ser preso). Mas posso ao menos demonstrar como me sinto a respeito. Por exemplo:

Kelly Key aplaude estréia da filha no teatro



Reparem que o foda-se vem lá de longe, bem de longe. De novo:

Monique Alfradique vira musa do Fresno...


Bom, agora tentem vocês.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Porque podemos dizer que errar é melhor que acertar.


Antes de tudo, pro inferno com aquelas frases que nos são mandados por correntes de emails cheios de bichinhos felizes e mensagens em formato power point. Errar não é producente pela experiencia e pra não errar denovo. Errar é a demonstração da maior capacidade humana. Fazer merda em escala industrial. Sim, errar e fazer merda são coisas distintas. Ex: escrever 1500,00 ao invés de 150,00 é um erro se escrito em uma prova de álgebra. Uma tremenda cagada se escrito num cheque. Mas como coisas desse tipo podem ter um lado bom? Descobriremos agora:

1- ERRO: Se casar com uma prostituta.

     CAGADA: Descobrir que na verdade o nome dela é Sebastião.

    LADO BOM: Você pode ser contratato como novo atacante do Flamengo para a próxima temporada.



2- ERRO: Tomar banho pelado no quintal.

     CAGADA: Ser atacado pelo São Bernardo do vizinho e sair enganchado com ele por aí.

    LADO BOM: Mude de nome, funde uma comunidade artístico-espiritual e seja guru de celebridades.



3- ERRO: Gritar gol em um bar que é conhecido por abrigar uma torcida de time rival.

    CAGADA: Estar rolando, sem você saber, um churrasco de aniversário dessa mesma torcida no andar de cima do bar.

    LADO BOM: Você não precisará de maquiagem para a fantasia de Frankenstein do próximo dia das bruxas.



4- ERRO: Dar um tapa na cara de uma mulher.

     CAGADA: Ela ser a filha maior traficante (ou miliciano) local.

    LADO BOM: Se tornar, por necessidade, o campeão intercontinental de pique-esconde.



5- ERRO: Filmar aquela transa com a namorada no orkut.

    CAGADA: Não cortar o áudio daquela parte em que ela diz "você tem 10 cm mas eu te amo"

 LADO BOM: Ser entrevistado pelo Jô para dar dicas de sedução. 



6- ERRO: Chamar aquele pitboy parrudão pra porrada na boate.

   CAGADA: Ele escutar.

    LADO BOM: Aparecer no RJ TV e aquela amiga que você estar afim passar no hospital falando aquele clássico "ounnnnn tadinho..."



7- ERRO: Dirigir bêbado.

    CAGADA: Ser parado numa blitz e o seu guarda querer fazer o teste do "bafômetro alternativo" em você.

LADO BOM: Vocês podem trocar telefones, arrumar mais 3 amigos e formarem uma banda cover do Village People.



 E POR ÚLTIMO, MAS NÃO MENOS IMPORTANTE:

ERRO: Sua mulher te traiu.

CAGADA: Você descobre que ela tem Aids.

LADO BOM: Descubram e postem aqui. A melhor resposta ganha uma mariola.